Olá estranho
Eu sou uma pequena rapariga que tem medo do desconhecido
Mas a tua indiferença atrai-me
O teu olhar revoltado que me impressiona
O teu riso critico que me repugna
O nariz empinado de pessoa superior
Eu sou uma pequena rapariga que tem medo do desconhecido
Mas a tua indiferença atrai-me
O teu olhar revoltado que me impressiona
O teu riso critico que me repugna
O nariz empinado de pessoa superior
Olho para ti estranho
Reconheço esta frieza e esta altivez
"-Olhe-me este...- comenta alguém ao meu lado -... julga-se melhor que nos!"
"- E acredite que lá no fundo o é!" escapa a resposta tão cheia de verdade
Estranho bizarro que me captas o olhar.
Posso te conhecer?
Admito que me cativas!
Como?
Com os defeitos curiosos que espreitam debaixo do indiferença
A concha que se quebra, e revela um estranho igual a mim!
Diferente sim como disse
Grande pequeno velho novo dócil agressivo revoltado resignado opostos que se atraem no teu interior mas melhor que tudo
Que me atraem
Estranho estranho!
A tua estranheza contagiou-me!
Agora eu também sou altiva e esguia fujo do conhecido e abraço o mistério como sal da vida!
Vem estranho vem comigo vem dança vem partilhar vem amar!
Reconheço esta frieza e esta altivez
"-Olhe-me este...- comenta alguém ao meu lado -... julga-se melhor que nos!"
"- E acredite que lá no fundo o é!" escapa a resposta tão cheia de verdade
Estranho bizarro que me captas o olhar.
Posso te conhecer?
Admito que me cativas!
Como?
Com os defeitos curiosos que espreitam debaixo do indiferença
A concha que se quebra, e revela um estranho igual a mim!
Diferente sim como disse
Grande pequeno velho novo dócil agressivo revoltado resignado opostos que se atraem no teu interior mas melhor que tudo
Que me atraem
Estranho estranho!
A tua estranheza contagiou-me!
Agora eu também sou altiva e esguia fujo do conhecido e abraço o mistério como sal da vida!
Vem estranho vem comigo vem dança vem partilhar vem amar!