quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Cinderella?



Sera que estava-mos destinados a conhecerm-nos? Assim daquela maneira?


E a morrer na areia? Os gestos insignificantes teriam algum segredo que eu não desvendei a tempo?
Crises de adolescencia!


Quando chegas o chao parece ser de espuma! Vo me afogar e tu vens me salvar?




Cinderella encantada sem vestido nem fada!


E principe? Sera que es tu? Vais me tirar desta vida de borralheira e conduzir-me a tua cama macia?


Vo ficar até a meia noite? Ou fugo muito antes?




Perguntas que me assaltam e paracem ter todas as respostas escondidas no teu olhar meigo, no teu sorriso brilhante!




Quero ser Cinderella ate ao fim... Começou como um conto de fadas! Terminou como um filme de terror? Ou será que ainda não acabou bem!!!


Só de pensar ate tremo, de medo ou de revolta?


Tive-te bem nas minhas mãos e deixei-te escapar! Será mesmo? Ou não cheguei a tempo para te declarar de verdadeiramente meu?




Cinderella a preto e branco! Sem sonhos, sem cantigas, nem sapato de cristal que te faz lembrar-me!


Cinderella abandonada a tua espera, no largo da fonte, a porta do teu castelo e do teu coração. Sem coragem para bater a porta e me anunciar, sem coragem para te enfrentar!


Cinderella, Cinderella! De gata borralheira não passas, nem passaras! A vida te enfrenta de espada e tu so tens um trapo!




Cinderella, sem sonho! Gata sem hambição!








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